O prato mais popular do brasileiro já está mais caro e a tendência é de que suba ainda mais.
As chuvas acima da média na região Sul do país, maior produtora dos dois grãos, provocou uma forte quebra de ambas as culturas.
No caso do arroz, o país precisará quase dobrar a importação este ano, num momento desfavorável do câmbio para esse tipo de operação. Mas a situação do feijão é mais crítica.
Não há como importar o tipo carioca, mais consumido no país, pois sua produção é restrita no mundo ao Brasil. A previsão é que haja um "apagão" de feijão no país.
A alternativa seria passar a importar tais alimentos. Mas, com o dólar nas alturas graças incompetência do governo Dilma e PT, tudo indica que o brasileiro precisará alterar seus hábitos alimentares.
Alguns medicamentos já estão em falta graças à mesma alta do dólar, que complica a compra da matéria prima importada, evitando que a produção atenda à demanda dos brasileiros.
